A gratuidade é um princípio da doutrina espírita, não uma cortesia da casa. Nada é cobrado por palestras, passes, atendimento, estudo ou pedidos de prece — e nada pode ser.
Vem do próprio Evangelho: “de graça recebestes, de graça dai”. Uma casa espírita se mantém com o trabalho voluntário de quem a frequenta e com doações espontâneas, mas nenhuma atividade é condicionada a elas.